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Samba do trabalhador

Festa traz Leci Brandão para show gratuito hoje à noite, no Vitória Régia; outros artistas e bandas também se apresentam para marcar o 1º de maio

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Considerado por muitos movimentos um momento de protesto e crítica às estruturas socioeconômicas do país, o Dia Mundial do Trabalho também ganha viés de celebração.  E por que não?

Afinal, além de reflexão, o trabalhador merece um dia de descanso com muito acesso à cultura e lazer - gratuitos.

Em várias partes do mundo, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares e desfiles.

Em Bauru, não é diferente.  Realizada por várias entidades sindicais ligadas à Central Única do Trabalhador (CUT), a Festa do Trabalhador acontece hoje, 1 de maio, no parque Vitória Régia.

Entre as atividades, o destaque fica o show de encerramento com a cantora Leci Brandão, às 19h.

O evento conta com o apoio da Prefeitura de Bauru - por meio das secretarias de Cultura e Esportes e Lazer - do Sesi, Sesc, Confiança Supermercados, Jornal da Cidade, Rádio 96 FM e Zopone Engenharia.  

Dia de shows

O evento terá abertura com passeio ciclístico, previsto para dar a largada às 9h. O trajeto será realizado no entorno do Vitória Régia e terá direito a premiações.

A festa tem sequência de show com a banda Avatar, previsto para iniciar às 11h. Às 14h, o evento contará com vários shows de samba, soul e samba-rock, apresentações das bandas Quarteto à Vera, Tia Filó e da escola de samba Acadêmicos do Cartola.

Ao longo da tarde, é a vez do Festival de Cultura Afro, atividade que conta com parceria do Conselho da Comunidade Negra. 

Às 17h, tem show com o grupo Samba de Jorge, de São Paulo, também parceria do Conselho da Comunidade Negra - e às 19h, encerramento com a sambista Leci Brandão, 68.  

Ficou a cargo da Secretaria Municipal de Cultura as instalações de palco, som, iluminação, banheiros químicos, gerador, segurança, e os shows do Samba de Jorge e da cantora Leci Brandão.  

Da comunidade

Nascida em Madureira, criada em Vila Isabel, Leci é a primeira mulher a fazer parte da ala de compositores da Mangueira. Filha de família humilde, com necessidade de ajudar no orçamento familiar, passou a trabalhar muito nova de dia - estudava à noite. Conseguiu empregos e, em 1973, o crítico musical Sérgio Cabral descobriu Leci e a convidou para gravar um disco. No ano seguinte, Sérgio levou Leci para a Discos Marcus Pereira, onde gravou seu primeiro compacto.

De lá até aqui foram 23 discos e várias compilações em 37 anos de carreira.

De São Paulo

A carioca Leci também virou “paulistana” - e “paulista”. “Tenho grande carinho pelo Rio. Mas a questão do trabalho é fundamental. Sou responsável por uma família. A partir do momento que eu vi que minha música no Rio não era executada e ao mesmo tempo em São Paulo as coisas começaram a dar certo, não tive dúvidas mudar”, contou ao Jornal do Brasil há dois anos.

Ligada à política (foi eleita deputada estadual pelo PC do B paulista em 2010), está sempre afinada com eventos de sindicalistas, estudantes, índios, prostitutas, gays, movimento feminino e - claro - movimento negro. Segue na ativa como espécie de “cantora das comunidades”. Tem muito a ver com o 1/5.





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