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Vídeo mostra cena de sexo em escola

Sexo oral teria sido gravado em colégio no Gasparini; Secretaria de Educação afirma que aluna de 13 anos foi suspensa

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Apontada como um dos mais importantes pilares de qualquer transformação social, a educação passa por um quadro preocupante em Bauru. Após a onda de violência dentro de escolas estaduais (leia mais abaixo), com vários casos divulgados pelo JC, surge outra situação muito preocupante. Uma aluna de 13 anos foi filmada fazendo sexo oral dentro de uma instituição de ensino. Por conta do fato, ela foi suspensa.

O vídeo teria sido feito na quadra da Escola Estadual Édison Bastos Gasparini, localizada no Núcleo Gasparini. A filmagem é bastante clara e a cena de sexo é explícita. Além da garota, que segundo a reportagem apurou tem 13 anos, aparece outro jovem. O rosto dele, entretanto, não é mostrado no vídeo. Pela proximidade e mobilidade da câmera em relação ao ato, é possível ver que ainda há uma terceira pessoa filmando.
 
Com duração de 1 minuto e 25 segundos, o vídeo teria sido feito na quadra da escola Édison Bastos na última sexta-feira e estaria circulando entre a maioria dos alunos. Pelo menos é o que afirma a mãe de uma estudante, que teve acesso ao vídeo e denunciou para a reportagem.
 
“Foi gravado na quadra da escola. E era horário de aula. Isto é um absurdo. Fiquei inconformada quando vi aquilo”, conta Maria das Dores de Lima, de 34 anos. Ela, que tem três filhos na escola - duas delas meninas -, afirma estar bastante preocupada com a situação.
 
“Minha filha de 12 anos ficou com medo de me mostrar. Mas a mais velha, de 14, foi quem me mostrou. Pelo que sabemos, o vídeo está no celular de todos os alunos”, afirma.
 
Anteontem, assim que ficou sabendo, Maria das Dores teria procurado o Conselho Tutelar de Bauru e a Delegacia de Ensino. 
 
No fim da tarde, ela comunicou a mãe da garota que aparece na filmagem. “Ela ficou muito chocada. O mais impressionante é que a escola estava sabendo e nem comunicou a mãe. Fui eu que tive que contar. Como deixam uma coisa dessas acontecer?”, questiona.
 
Suspensão
 
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, por meio de nota enviada pela assessoria de comunicação, disse que a garota não revelou o local em que a gravação foi realizada e que, “pelas imagens, não há como definir se o vídeo foi feito em algum local da escola”. Apesar disso, quem viu o vídeo e conhece a escola afirma não ter dúvidas de realmente se tratar da unidade.
 
Mesmo sem confirmar que o fato ocorreu dentro da E.E. Édison Bastos Gasparini, a Secretaria de Educação afirmou que a direção da escola se reuniu com a família da jovem e a suspendeu por três dias. Ainda foram passadas orientações aos familiares sobre a importância deles em evitar episódios como este. 
 
A assessoria de comunicação informou que o caso será acompanhado por professores da escola e pelo Conselho Tutelar. “O Conselho de Escola também deve se reunir para identificar e punir, de acordo com o regimento, os alunos responsáveis pela gravação e distribuição do vídeo”.
 
Realidade violenta em instituições de ensino
 
Nos últimos dias, o JC vem noticiando com frequência ocorrências de violência envolvendo a unidades de ensino bauruenses. Na mais recente, também anteontem, uma aluna de 16 anos teria empurrado um professor e o xingado. O caso foi registrado como ato infracional e o nome da escola não foi divulgado. 
 
Entretanto, a ocorrência mais grave envolveu a agressão a um coordenador da E.E. Francisco Alves Brizola, no Jardim Olímpico. A vítima teria levado socos e chutes ao pedir que um estudante de 16 anos entrasse na sala de aula.
 
Outra situação semelhante teria ocorrido na E.E. Ana Zucker Dannuziata, no Parque Paulista, quando um aluno de apenas 7 anos teria agredido com socos e pontapés cerca de cinco funcionários da escola.
 
Já na E.E. Luiz Zuiani, no Parque São Jorge, quatro alunos foram responsabilizados por aterrorizar outros colegas com uma pistola de brinquedo e um deles por ofender a inspetora da instituição.
 
A E.E. Guia Lopes, na Vila Dutra, também não escapou das ocorrências, e na tarde de 19 de março, um caso de agressão entre dois estudantes de 13 anos foi parar no plantão da Polícia Civil.
 
Em outra ocorrência, na E.E. José Viranda, na Vila Giunta, a polícia foi acionada por conta de uma outra confusão entre alunos. No mesmo local, foi noticiada uma “guerra” realizada com merenda escolar, que teria terminado com escoriações no braço de uma garota.




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