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CPP 3 de Bauru adere à greve dos agentes

Presos não puderam sair para trabalhar nem estudar; conhecida como antigo IPA, a unidade prisional aderiu à paralisação a partir de ontem

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Depois do Centro de Detenção Provisória (CDP), foi a vez do Centro de Progressão Penitenciária 3 (CPP 3, antigo IPA) de Bauru aderir à greve dos agentes penitenciários. Os funcionários do local cruzaram os braços nesta sexta-feira (21) em apoio à categoria, que reivindica uma série de melhorias nas condições de trabalho em todo o Estado.
 
De acordo com a assessoria de comunicação do Sindicato dos Servidores Públicos do Sistema Penitenciário Paulista (Sindcop), foi mantido, assim como determina a legislação, 30% do efetivo em serviço.
 
Com a paralisação, a saída de presos da unidade para estudar ou trabalhar foi suspensa. Advogados também tentaram visitar seus clientes, entretanto, também não puderam entrar. 
 
No local, de acordo com dados da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), há 1.085 reeducandos no antigo IPA. Mais de 200 servidores trabalham no prédio.
 
De acordo com o sindicato, vários serviços foram suspensos tanto no CDP quanto no CPP 3, contudo, as visitas poderão ser realizadas normalmente neste fim de semana. 
 
De acordo com o Sindcop, será permitida a entrada somente de produtos perecíveis aos presos. O número de visitantes também deve ser limitado.
 
A paralisação dos agentes chega hoje ao 13º dia no Estado (leia mais na página 20). Em Bauru, começou na última segunda-feira com o CDP. Entre as reivindicações, os grevistas pedem aumento salarial de 25%, diminuição de duas classes para obtenção de promoção salarial, além de melhores condições de trabalho e mais contratações. 
 
Segundo a assessoria do sindicato, não há qualquer novidade em relação às negociações. 
 
Nesta quinta-feira, conforme o JC divulgou, foi o momento mais tenso dessa paralisação. As polícias Civil e Militar foram até o CDP de Bauru, uma vez que os grevistas proibiam a entrada de novos presos na unidade.
 
Com a restrição e sem a possibilidade de mandar os presos para o centro provisório, as cadeias públicas da região começaram a lotar. Após muito diálogo entre as partes, o cadeado do CDP foi quebrado e um comboio com 30 presos entrou no local. 
 




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