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Criança-Ribeirão: Corpo de Joaquim, 3, é achado no rio Pardo

O corpo do menino foi encontrado pelo dono de uma propriedade rural da cidade

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O corpo do garoto Joaquim Ponte Marques, 3, desaparecido desde a última terça-feira em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo) foi encontrado no início da tarde deste domingo (10), no rio Pardo.O corpo foi encontrado em uma área já pertencente a  Barretos, 150 quilômetros de Ribeirão Preto.

Uma das hipóteses levantadas pela Polícia Civil é que o corpo tenha sido atirado no córrego Tanquinho, que fica a 200 metros da casa da família de Joaquim e, de lá, ele tenha sido levado até o ribeirão Preto, que é afluente do Pardo.

Segundo o diretor do Deinter-3 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), João Osinski Junior, o reconhecimento do corpo no IML (Instituto Médico Legal) foi feito pela mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte, o pai, Arthur Paes, e o avô materno da criança.

O corpo de Joaquim foi achado pelo dono de uma propriedade rural da cidade, que avisou o Corpo de Bombeiros.A polícia e o Ministério Público veem indícios da participação de Natália e do padrasto do garoto, Guilherme Raymo Longo, no caso. Ambos negam.

No dia seguinte ao desaparecimento, a polícia pediu a prisão temporária do casal, mas a Justiça negou o pedido.Segundo o delegado Paulo Henrique Martins de Castro, da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) de Ribeirão e responsável pelo caso, o pedido foi feito para "auxiliar nas investigações" e porque havia contradições nos depoimentos de Natália e de Guilherme.

O desaparecimento do garoto gerou comoção na cidade e uma campanha feita nas redes sociais por celebridades como a apresentadora Angélica, a atriz Carolina Dieckman e a cantora Ivete Sangalo.

O sumiço
Joaquim estava desaparecido desde a última terça-feira. A mãe disse à polícia ter notado o sumiço às 7h.
Desde então, policiais e o Corpo de Bombeiros fizeram buscas em toda a cidade, sem sucesso. O pai de Joaquim também fez panfletagem com amigos e voluntários todos os dias.

Nos últimos dois dias, a Polícia Civil e o Ministério Público buscavam indícios para formular um novo pedido de prisão temporária do casal, que pode ser apresentado na segunda-feira.

Delegado diz que Joaquim foi morto antes de ser jogado no rio

A afirmação é do diretor do Deinter-3 (Departamento de Polícia Judiciária do Interior), João Osinski Junior.

De acordo com o delegado, a conclusão é baseada em exames preliminares feitos pelo IML (Instituto Médico Legal) de Barretos, que não apontaram água nos pulmões do garoto."A principal hipótese da polícia era de que ele teria sido morto e jogado no rio. Essa hipótese se concretizou. Agora a gente precisa descobrir o que levou à morte dele", afirmou Osinski Junior.

Entre as hipóteses levantadas pelo delegado estão agressão e envenenamento.Outros exames serão feitos pelo IML, que devem ficar prontos em 30 dias.

Uma das hipóteses levantadas pela Polícia Civil é que ele tenha sido atirado no córrego Tanquinho, que fica a 200 metros da casa da família de Joaquim e, de lá, tenha sido levado até o ribeirão Preto, que é afluente do Pardo.

O reconhecimento do corpo no IML foi feito pela mãe de Joaquim, Natália Mingoni Ponte, o pai, Arthur Paes, e o avô materno da criança.

Após a confirmação da morte de Joaquim, a casa da família, no Jardim Independência, foi cercada por um grupo de pessoas irritadas com o padrasto, Guilherme Raymo Longo.

Elas o insultavam com gritos e o culpavam pela morte do menino. Ele nega envolvimento no caso.
Familiares do garoto passaram no local para buscar roupas de Joaquim. Policiais cercam o local.

    

 


 





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