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R$ 200 mil somem de agência bancária

Sem arrombamento, dinheiro foi furtado misteriosamente de agência na Vila Aviação; funcionários vão ser investigados

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Malavolta Jr.
'Sumiço' de dinheiro é um mistério; funcionários são investigados

Ao contrário das explosões de caixas eletrônicos que figuraram na região nos últimos tempos, uma agência bancária na Vila Aviação, em Bauru, foi alvo de um crime silencioso. Do local, foram furtados R$ 200 mil, incluindo moeda estrangeira. Sem sinal de arrombamento e nem detecção do alarme, as suspeitas apontam que o ladrão tinha conhecimento em dinheiro e sabia dos “pontos cegos” da segurança. Funcionários serão investigados.

O furto rondado de mistério ocorreu no Banco Daycoval, localizado na quadra 5 da avenida Getúlio Vargas. A agência, que é especializada no atendimento a pequenas e médias empresas, funciona desde 2011 em Bauru como uma espécie de casa de câmbio.

Segundo o boletim de ocorrência (BO), no fim da tarde de anteontem, um funcionário, de 27 anos, fez contato com a matriz da agência, na Capital, noticiando o furto. O representante veio para Bauru e constatou que haviam desaparecido R$ 200 mil.

Desse montante, R$ 2 mil eram compostos por moeda estrangeira, como pesos argentinos, francos suíços e dólares americanos e australianos.

Ainda de acordo com o BO, não havia qualquer sinal de arrombamento externo ou interno. O alarme do local foi acionado na sexta-feira por volta das 18h e somente foi desativado na manhã de anteontem, por volta das 8h50. A empresa de vigilância afirma que o alarme monitorado não estava com problemas e que não foi desarmado durante todo o fim de semana.

O cofre em que o dinheiro estava, contudo, não estava trancado por conta de um problema não especificado. Todavia, no Plantão da Polícia Civil, o representante afirmou que, para chegar ao cofre, é preciso passar por duas portas: uma de blindagem e outra de madeira.

A agência possui monitoramento por vídeo. Entretanto, assim como a trava do cofre, as câmeras de vigilância não estavam funcionando quando o dinheiro desapareceu. A suspeita é de que o ladrão sabia dessas falhas na segurança.

4 funcionários

A empresa possui somente quatro funcionários. De acordo com o BO, dois trabalham na área comercial e, assim, não possuem a chave para o setor de blindagem, onde está o cofre com o dinheiro. Já os outros dois trabalham no setor de manipulação de moedas, portanto têm acesso livre à área blindada.

No BO, o representante do banco aponta uma situação, no mínimo, curiosa. Um dos funcionários alega que seu colega chegou para trabalhar por volta das 10h da manhã. Contudo, ele disse ao representante que esse mesmo colega teria ido até a agência logo que ela foi aberta, dizendo que estava em um velório nas proximidades e precisava usar o banheiro.

O funcionário teria ido até o banheiro que fica exatamente na área de blindagem, contudo, não foi possível afirmar se ele chegou até a sala na qual o cofre está localizado. Apesar das suspeitas, foi esse mesmo funcionário que usou o sanitário quem ligou para a matriz informando o ocorrido.

Foram feitas as qualificações no BO dos dois funcionários que possuem o acesso à área blindada. O caso foi registrado como furto qualificado e será investigado pela Polícia Civil.

Questionado, o Banco Daycoval não afirmou se tomará alguma providência com os funcionários envolvidos no episódio. “Com relação ao incidente ocorrido na cidade de Bauru, o Daycoval Câmbio informa que todas as providências estão sendo tomadas pelas autoridades competentes”, limitou-se a dizer a instituição, em nota.


Conhecimento em dinheiro

Outro detalhe chama atenção no furto. O representante do Banco Daycoval afirmou para a polícia que, no cofre, havia moedas estrangeiras antigas que não possuem mais validade. Essas moedas foram “poupadas” pelo ladrão.

Trata-se do dinheiro franco suíço. No BO, consta que somente as células válidas foram levadas. Com isso, há indícios claros de que a pessoa possuía bastante conhecimento em moeda estrangeira.





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