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04/07/2009 |
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• Não decolou
A defesa técnica da Prefeitura de Bauru para o empréstimo de até R$ 100 milhões, solicitado junto ao Ministério das Cidades, ficou para a próxima terça-feira. A diretora de Divisão de Planejamento do DAE, Nucimar Paes Lourenço, não conseguiu decolar do Aeroporto Moussa Tobias ontem para ir até Brasília. Faltaram teto e instrumentos.
• Tuma de carro
As dificuldades com pousos e decolagens no Aeroporto Moussa Tobias prejudicaram outros tantos usuários, entre visitantes. A falta de instrumentos para orientar o pouso fez do senador Romeu Tuma (PTB) uma das vítimas. Ele teve de descer em Araçatuba para, depois, vir de carro até Bauru. Os equipamentos estão sendo instalados.
• Concessionar
O aeroporto local, um dos mais novos do País, ainda padece de investimentos para preparar pista e estruturas adjacentes para receber, quem sabe, um terminal de cargas. O projeto está parado e, na frente, viria a discussão sobre concessão do equipamento. O Daesp pediu liberação para concessionar este e outros aeroportos regionais ao governo federal.
• Na frigideira
Mesmo que o prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) venha, eventualmente, dizer que combinou com a ainda secretária de Esportes, Pollyana Teixeira, sua saída do cargo, não cai nada bem a postura do chefe do Executivo ter pedido ao governo do Estado a liberação do judoca Mário Sabino, policial militar, para ser o novo secretário, antes de resolver a saída da karateca da pasta.
• Queda no tatame
Ainda que o governo, e a própria secretária Pollyana, tentem dizer que não há perspectiva de ela deixar a pasta, a questão é que, concretamente, não há a menor consistência política e de gestão para que a karateca permaneça nas funções. Seria melhor Rodrigo vir a público e dizer que tentou, mas não deu certo. De fato, a presença na pasta é puro desgaste e garantia de vencimento.
• Caiu a liminar
O desembargador federal Márcio Moraes, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região de São Paulo (TRF), concedeu tutela antecipada e, trocando em miúdos, derrubou, ontem, a medida que impedia a Cervejaria Belco de envasar e distribuir bebidas alcoólicas mistas, cuja demanda teve origem em Marília, em meados de 2002, pela Procuradoria da República.
• Pela competência
Ao deferir a antecipação de tutela, em recurso assinado pelo advogado Jorge Kaimoti na defesa da Belco de São Manuel, o TRF destaca que a exigência de relatório ambiental (Eia-rima) não se presta a disciplinar os registros para autorizar a fabricação desse tipo de produto e, além disso, a competência para discutir as atribuições de órgãos como o Ibama e Ministério da Agricultura é em São Paulo e não no Interior, conforme decidido anteriormente.
• Tinta nas paredes
O prédio do Legislativo continua com parte das instalações paralisadas em função da execução de serviço de pintura nas repartições internas e limpeza dos pisos. Como a medida está sendo executada por setor, agora é o primeiro andar do prédio que teve de ser removido, com cadeiras e armários nos corredores, para receber a repaginação. Na próxima semana, a rotina do expediente deve retornar ao normal. |
Da Redação |
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