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Ford Ranger XLT ajuda a elevar o perfil de vendas da linha ao combinar custo/benefício e bom nível de equipamentos

por Eduardo Rocha

13/11/2019 - 03h22

Divulgação

O visual dessa geração da Ranger sempre foi agradável. Entre as picapes médias, é a que tem linhas menos brutas

Desde que foi renovada, em junho último, a Ranger vem cumprindo o destino desenhado pela Ford. O refinamento do design e a inserção de recursos tecnológicos mais modernos acabaram ajudando a picape a formar uma imagem moderna e elegante. Tanto que o perfil de vendas da Ranger mudou nestes últimos três meses. As versões de topo, como a XLT e Limited, estão ganhando maior participação neste subsegmento, que representa 55% das vendas de picape.

As mudanças na parte visual da Ranger foram bastante sutis. A moldura da grade agora envolve apenas a área de tomada de ar - antes ela avançava pelo para-choque. Com isso, o para-choque também foi redesenhado, com a parte central mais protuberante e faróis de neblina quadrados. No centro da grade, agora duas barras cromadas servem de suporte para a logomarca da Ford ao centro. Não chegou a mudar a cara da picape, mas a deixou mais moderna e marcou esta nova fase do modelo.

Já o novo posicionamento da Ranger, no entanto, apenas acrescentou vendas - a média subiu de 1.700 para 2.100 unidades por mês. Estas vendas não vieram nem de Hilux, nem de S10, mas da Mitsubishi L200. Tanto que manteve a participação no segmento intermediário.

A versão XLT tem todos os recursos de luxo disponíveis nos rivais, como sistema multimídia Sync 3 com tela de 8 polegadas e GP interno, ar-condicionado de duas zonas, retrovisor eletrocrômico, direção elétrica, sensores de luminosidade e de chuva, estribos laterais, detalhes externos cromados, espelhos rebatíveis eletricamente e rodas de liga leve aro 18.

Toda a linha Ranger já traz diversos recursos de segurança. Casos dos controles de estabilidade, de tração e de descida, assistência de partida em rampa, sistema anticapotamento, controle adaptativo de carga e sete airbags. Além de alarme, câmera de ré, sensor traseiro, faróis de neblina e limitador de velocidade. O Duratorq 3.2 é outro trunfo da versão XLT. Ele rende 200 cv de potência com torque de 48 kgfm, entre 1.750 e 2.500 rpm. Segundo a Ford, com o propulsor 3.2 com câmbio automático, a Ranger faz 8,6 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada, enquanto o zero a 100 km/h é cumprido em 11,6 segundos e a máxima chega a 180 km/h.

Ponto a ponto

Desde que foi renovada, em junho último, a Ranger vem cumprindo o destino desenhado pela Ford. O refinamento do design e a inserção de recursos tecnológicos mais modernos acabaram ajudando a picape a formar uma imagem moderna e elegante. Tanto que o perfil de vendas da Ranger mudou nestes últimos três meses. As versões de topo, como a XLT e Limited, estão ganhando maior participação neste subsegmento, que representa 55% das vendas de picape.

As mudanças na parte visual da Ranger foram bastante sutis. A moldura da grade agora envolve apenas a área de tomada de ar - antes ela avançava pelo para-choque. Com isso, o para-choque também foi redesenhado, com a parte central mais protuberante e faróis de neblina quadrados. No centro da grade, agora duas barras cromadas servem de suporte para a logomarca da Ford ao centro. Não chegou a mudar a cara da picape, mas a deixou mais moderna e marcou esta nova fase do modelo.

Já o novo posicionamento da Ranger, no entanto, apenas acrescentou vendas - a média subiu de 1.700 para 2.100 unidades por mês. Estas vendas não vieram nem de Hilux, nem de S10, mas da Mitsubishi L200. Tanto que manteve a participação no segmento intermediário.

A versão XLT tem todos os recursos de luxo disponíveis nos rivais, como sistema multimídia Sync 3 com tela de 8 polegadas e GP interno, ar-condicionado de duas zonas, retrovisor eletrocrômico, direção elétrica, sensores de luminosidade e de chuva, estribos laterais, detalhes externos cromados, espelhos rebatíveis eletricamente e rodas de liga leve aro 18.

Toda a linha Ranger já traz diversos recursos de segurança. Casos dos controles de estabilidade, de tração e de descida, assistência de partida em rampa, sistema anticapotamento, controle adaptativo de carga e sete airbags. Além de alarme, câmera de ré, sensor traseiro, faróis de neblina e limitador de velocidade. O Duratorq 3.2 é outro trunfo da versão XLT. Ele rende 200 cv de potência com torque de 48 kgfm, entre 1.750 e 2.500 rpm. Segundo a Ford, com o propulsor 3.2 com câmbio automático, a Ranger faz 8,6 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada, enquanto o zero a 100 km/h é cumprido em 11,6 segundos e a máxima chega a 180 km/h.

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