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Evolução e harmonia

Mudanças foram poucas, mas certeiras

04/03/2020 - 06h00

Divulgação

A altura livre para o solo subiu de 170 para 193 mm. Para compensar este aumento e facilitar o apoio dos pés no chão, o banco foi redesenhado e ficou mais cavado e mais estreito

As mudanças na família CB 500 foram poucas, mas certeiras. Na versão naked F, elas são muito mais sutis. Uma discreta reestilização das carenagens, que passa quase despercebida por conta do novo grafismo mais chamativo, painel aumentado e redesenhado e iluminação full led. As mais interessantes, no entanto, foram na parte mecânica - e afetaram igualmente a versão crossover X. A embreagem mais leve, o guidão com maior precisão e a chegada de torque antecipada deixaram a moto mais agradável de conduzir. No total, o modelo perdeu 2 kg, mas parece que foi mais. A CB 500F ganhou em agilidade nas mudanças de direção e exige menos trocas de marcha, pois o motor ficou mais elástico.

Na CB 500X, as mudanças são mais acentuadas, principalmente por conta do aumento da roda dianteira para 21 polegadas. Ela é menos ágil que a 500F nas curvas, até porque tem um centro de gravidade ligeiramente mais alto. Mas ganha na posição de pilotar, pois permite uma postura mais ereta. Por outro lado, o banco mais fino é menos indicado para trajeto mais longo, pois há menos espuma para acomodar a parte interna das pernas. Ao contrário da F, a 500X ganhou 2 kg, principalmente por conta da roda e do aumento da suspensão dianteira. O para-brisa maior também protege um pouco mais o piloto e o painel de LCD conta com uma pequena cobertura que deixa a visualização melhor - na 500F, ele fica mais exposto à luz do dia, o que dificulta um a leitura em determinados ângulos.

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