Bauru e grande região

Auto Mercado

Conforto em equilíbrio

A XMax mostra seu melhor lado quando está em moviment0; arrancadas são fortes e decididas

18/03/2020 - 04h24

Divulgação

Sob o largo banco, há espaço para dois capacetes e ainda pequenos objetos

Parada, a XMax parece maior do que seus 2,19 metros de comprimento e, principalmente, seus 78 cm de largura. A novo scooter da Yamaha tem um porte imponente, que se confirma na hora que é montada. O banco bastante largo e a altura de 80 cm do assento não facilitam o apoio dos pés no chão. Por isso, dependendo da situação, as manobras de estacionamento podem ser um pouco trabalhosas. Logo de caro, os pequenos confortos se apresentam. Chave presencial, entrada de alimentação de 12 V, porta-objeto com trava, entre outros. De qualquer forma, a XMax mostra seu melhor lado quando está em movimento.

As arrancadas são fortes e decididas, sem aquela patinação comum nas scooters. A área para os pés é ampla e o apoio inclinado à frente funciona muito bem para que o piloto mude de posição de pois de um longo tempo em viagem. A largura máxima de 80 cm, que é medida pelos espelhos, permite passar facilmente entre os carros. O entre-eixos de 1,54 metro ainda permite mudanças de direção com boa agilidade. A largura do assento é apenas uns poucos centímetros menor que a largura dos espelhos. Isso significa que o banco recebe o piloto com grande generosidade. Tanto a maciez quanto o formato permitem longo trajetos sem maiores incômodos.

O motor de 250 cm³ se mostrou bastante eficiente, com bastante agilidade para ganhar velocidade no trânsito urbano e fôlego para encarar rodovias e sustentar velocidades de cruzeiro de 110, 120 km/h. Apesar da suspensão macia, a XMax consegue contornar as curvas com bastante determinação. Na estrada, o pequeno para-brisa, regulável em duas alturas, se mostrou bem eficiente para desviar o vendo e segurar boa parte da chuva. No painel, o consumo muda radicalmente, de acordo com as exigências do piloto. Numa condução normal, a média registrada pelo computador de bordo, no visor de cristal líquido instalado entre o velocímetro e conta-giros, ficou em 36 km/l. Já nos trechos em que o modelo foi mais requisitado esportivamente, o consumo bateu na casa dos 27 km/l.

Ler matéria completa