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Adesão ao APP revela cidadão preocupado

27/10/2019 - 06h00

Segundo o secretário das Regionais, Etelvino Zacarias, três setores têm de atuar juntos: população, proprietários dos terrenos e prefeitura.

Para Ele, o boom de denúncias pelo aplicativo "Limprza pra Valer" nos primeiros meses de seu funcionamento se deu em razão de todos denunciarem de uma vez só. "A população estava esperando por isso e teve acesso. Também os próprios proprietários começaram a se mobilizar por conta do risco de multa. E, provavelmente, eles estão dando manutenção de forma que diminuíram as denúncias agora", argumenta o secretário.

"Percebo que hoje as pessoas preferem agora ligar para a Ouvidoria, ligar para falar com alguém e deixar sua reclamação. Fico surpreso e contente pela população ter aderido ao app, porque na maioria das vezes não é o proprietário que joga o lixo, mas a população no entorno. E o problema da dengue não é o mato alto, mas os recipientes que se tornam criadouros de dengue"

Segundo o secretário das Regionais, três setores têm de atuar juntos no combate aos riscos do terreno sujo: população, proprietários dos terrenos e prefeitura. "A Sear não tem condições próprias de fazer a limpeza em terrenos particulares, por isso contratamos, mas é um dinheiro público que poderia estar sendo gasto em outros lugares e não em terrenos de particulares", diz.

"A gente tem um terreno no Parque Paulista que é um exemplo, gramado, roçado e muito bem cuidado. É um exemplo de cautela, mas por que só ele? As pessoas precisam de mais conscientização".

A especulação imobiliária também é um problema antigo porque há inúmeros proprietários de terrenos que não dão conta ou não querem limpar as suas propriedades na cidade.

 

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