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Economia & Negócios

Governo faz acordo por nova reforma

Jair Bolsonaro confirma que governo adiou o envio da reforma administrativa ao Congresso 'para diminuir arestas'

por FolhaPress

08/11/2019 - 06h00

Antonio Cruz/ Agência Brasil

Jair Bolsonaro cumprimenta turistas no Palácio da Alvorada

Brasília - O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (7), em Brasília, que o adiamento do envio da reforma administrativa ao Congresso tem como objetivo diminuir o número de "arestas".

"A reforma administrativa, a princípio terça-feira que vem. Pedimos mais uma semana, foi muita boa notícia nesta semana, mais uma semana. Até porque você tem que mandar para lá com menor quantidade possível de arestas. Às vezes a gente comete um equívoco", afirmou ao deixar o Palácio da Alvorada nesta manhã. 

"A política tem que tá (sic) casada, não sou dono de uma empresa, estou no comando de um país que tem que ver a questão social, economia, tem que ver um montão de coisa", disse, colocando fim a uma breve entrevista depois que começou a chover. 

Bolsonaro pediu que apoiadores e jornalistas tirassem as mãos de uma grade devido ao temporal e aos raios. "Peço para tirar a mão da grade, dá uma zebra de um raio aí ... tira a mão da grade, pessoal", disse, encerrando a entrevista. "Vou ter que parar."

Na manhã de terça (5), Bolsonaro entregou ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), três propostas de emenda à Constituição: a PEC do Pacto Federativo (para dar maior flexibilidade ao Orçamento e aumentar repasses de recursos a estados e municípios); a PEC da Emergência Fiscal (que institui gatilhos para conter gastos públicos em caso de crise orçamentária de União, estados e municípios) e a dos Fundos Públicos (que revisa 281 fundos).

O conjunto busca reduzir o tamanho do Estado e dá início à implementação do plano defendido por Guedes de a gestão das finanças públicas ter "mais Brasil, menos Brasília".

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