Bauru e grande região

Leonardo de Brito

Bela final

por Leonardo de Brito

11/09/2019 - 06h00

Athlético e Internacional iniciam decisão inédita da Copa do Brasil. O Furacão busca o primeiro título após o vice em 2013. O Colorado ganhou em 1992 e perdeu em 2009. Tenta o bi, portanto. O jogo de volta será dia 18 no Beira-Rio. Lembramos que o gol marcado fora não é critério de desempate. O Inter tem mais tradição, títulos e craques de nome como D'Alessandro, Nico López e Guerrero, mas o time paranaense é mais determinado e decisivo. Sob o comando de Tiago Nunes, que assumiu em 2018, o Athético fez 15 mata-matas e venceu 12. Além disso conta com a força da Arena da Baixada, onde teve só 5 tropeços (3 com o time B) em 25 jogos esse ano.

Acesso

Náutico, Juventude, Sampaio Corrêa e Confiança brilharam na Série C e subiram. O Juventude já esteve na Série A, assim como o Náutico, e ganhou uma Copa do Brasil (ler memória). O Sampaio volta à Série B, onde esteve em 2018. Confiança é o primeiro sergipano que disputará a Segundona nacional

Desespero

Lisca Doido, que salvou o Ceará duas vezes da degola, tá na mira do Guarani, lanterna da Série B

Potência

Não é por acaso que a Argentina está entre as quatro melhores seleções de basquete do planeta. Os hermanos não tomaram conhecimento da Sérvia, venceram por 10 pontos de diferença e estão nas semifinais do Mundial. Vale lembrar que a Argentina ganhou o I Mundial, em 1950, e a medalha de ouro na Olimpíada de Atenas/2004

Memória

Final da Copa do Brasil de 1999: Botafogo 0 x 0 Juventude, no Maracanã. Árbitro: Antônio P. da Silva. Botafogo: Wágner; Fábio Augusto (Leandro Avila), Bandoch, Jorge Luís e César Prates; Júnior, Reidner, Caio e Sérgio Manoel; Bebeto (Felipe) e Zé Carlos. Técnico: Gílson Nunes. Juventude: Émerson; Marcos Teixeira, Indio, Picoli e Denis, Roberto, Lauro (Kiko), Flávio e Mabília (Gil Baiano); Maurílio e Márcio Mixirica (Alcir). Técnico: Walmir Louruz

Curiosidade

O Juventude sagrou-se campeão ao vencer o Botafogo por 2 a 1 em Caxias do Sul e empatar no Maracanã, diante do maior público da história da Copa do Brasil: 111 mil, sendo 106 mil pagantes

Aquele abraço

Aquele abraço Zulu e todos do Bar do Osni, Jd. Europa

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