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Parte da arquibancada do estádio 'Padilhão' é interditada

Estrutura vem sendo acompanhada pela Defesa Civil desde junho de 2019

por Ana Beatriz Garcia

11/02/2020 - 06h00

Fotos: Malavolta Jr.

Pedaço do muro está inclinado e escorado para não cair de vez

O estádio Sylvio de Magalhães Padilha ("Padilhão"), na Vila Giunta, teve parte da arquibancada interditada, recentemente, pela Defesa Civil. Segundo o órgão, o muro, que faz divisa com algumas residências, é alto e está se inclinando sobre a arquibancada, além de apresentar algumas rachaduras.

"Para evitar qualquer tipo de acidente que comprometa a integridade física das pessoas, nós interditamos parte da arquibancada em janeiro. Mas estamos acompanhando a situação desse muro desde junho do ano passado", afirma o chefe da Defesa Civil, Rogério Gago.

Segundo ele, a Secretaria de Obras e de Esportes e Lazer (Semel) já foram notificadas e o restante do estádio pode ser utilizado. "Caso a Semel queira fazer algum treinamento ou partida sem público, o campo pode ser utilizado", afirma.

Em nota, a Semel informou que está fazendo orçamento para reconstrução do muro e garante que a obra deverá estar pronta antes do início do Campeonato Amador de Futebol, previsto para o mês de abril.

"MILAGRÃO"

Outro local que aguarda reparos é a estrutura de apoio na pista de atletismo do estádio Antônio Milagre Filho ("Milagrão"), no Jardim Prudência, região da Vila Nova Esperança. Conforme divulgado pelo JC, a secretaria de Obras e a Semel aguardavam, para a última quinta-feira (6), a retomada dos trabalhos, que estão parados desde o início de dezembro.

Em nota, a secretaria de Obras diz que a construção da arquibancada da pista de atletismo do Complexo Esportivo do Milagrão está liberada para ser retomada. "Entretanto, outras frentes de trabalho, como os vestiários, dependem da substituição da planilha que foi licitada e não está em conformidade. Nesta nova planilha a ser confeccionada, haverá a supressão de alguns serviços e adição de outros que deverão ser executados para se manter o equilíbrio econômico-financeiro da obra, conforme preconiza o Tribunal de Contas", afirma o texto.

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