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Bauru registra mais8 mortes por Covid

Vítimas fatais tinham entre 25 e 68 anos, a maioria com comorbidades

por Larissa Bastos

04/05/2021 - 05h00

Prefeitura de Bauru/Divulgação

Boletim Informativo

A Prefeitura de Bauru divulgou, na noite desta segunda-feira (3), que ocorreram mais oito óbitos por Covid-19 no município, totalizando 764 vítimas fatais da doença. Os óbitos foram registrados entre 30 de abril e 3 de maio, em unidades hospitalares da cidade.

Na última sexta (30), foram registradas três mortes em hospitais públicos: um homem, de 25 anos, que tinha pneumopatia; um homem, de 36 anos, com diabetes e cardiopatia; e uma mulher, de 68 anos, com hipertensão e diabetes.

Já no feriado de 1 de maio, mais duas vítimas fatais: um homem, de 55 anos, que possuía hipertensão e foi atendido em serviço público; e uma mulher, de 26 anos, com cardiopatia, diabetes e obesidade, que estava em um hospital particular.

No domingo (2), ocorreram dois óbitos em hospital público: uma mulher, de 53 anos, que não tinha comorbidades; e uma mulher, de 64 anos, com diabetes, hipertensão e obesidade.

Na segunda (3), morreu uma mulher, de 37 anos, que possuía diabetes, cardiopatia e imunodeficiência, e estava em tratamento em hospital público.

Ainda segundo o informe mais recente, o Departamento de Vigilância Epidemiológica investiga mais um óbito, considerado suspeito. Até o momento, Bauru contabiliza 38.657 casos positivos, sendo 35.110 considerados recuperados.

LEITOS

De acordo com a prefeitura, o hospital de campanha que funciona no prédio do Hospital das Clínicas (HC) da USP, que conta com dez leitos, estava com 100% de ocupação na tarde desta segunda (3). Já as vagas de UTI do Hospital Estadual (HE), estava com 68 pacientes, sendo que o local tem 60 UTIs.

O 'mini hospital' - junção do Pronto-Socorro Central (PSC) e Posto de Atendimento da Covid (PAC) - tinha dois leitos ocupados por pacientes aguardando vagas em UTI em hospitais. Segundo o Executivo, na unidade, "os pacientes recebem todo o suporte, com equipe multiprofissional, medicamentos e exames", porém, é de consenso entre as autoridades de saúde que a estrutura não é tão completa como a de um hospital. Outras 13 pessoas estão em tratamento nos leitos credenciados junto ao Ministério da Saúde.

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