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Internacional

País apoia embargo econômico a Cuba

Brasil cede às pressões dos EUA, rompe tradição de 27 anos e não condena sanção do americano imposta a Cuba

por FolhaPress

08/11/2019 - 06h00

Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Ernesto Araújo saiu em defesa da decisão

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu o voto do governo brasileiro contra a resolução anual da ONU que condena o embargo econômico americano a Cuba.

Em uma série de postagens no Twitter, nesta quinta-feira (7), o chanceler disse que "nada nos solidariza com Cuba. O regime cubano, desde sua famigerada revolução 60 anos atrás, destruiu a liberdade de seu próprio povo, executou milhares de pessoas, criou um sistema econômico de miséria e, não satisfeito, tentou exportar essa 'revolução' para a América Latina", escreveu Ernesto.

O chanceler ainda afirmou que a influência que o país caribenho possui entre países em desenvolvimento é uma vergonha e precisa ser rompida. "Seu papel de sementeira de ditaduras precisa acabar", acrescentou.

"Chega de bajular Cuba", diz ministro das Relações Exteriores

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, defendeu o voto do governo brasileiro contra a resolução anual da ONU que condena o embargo econômico americano a Cuba.

Em uma série de postagens no Twitter, nesta quinta-feira (7), o chanceler disse que o "Brasil votou a favor da verdade" e que é preciso deixar de "bajular Cuba".

"Nada nos solidariza com Cuba. O regime cubano, desde sua famigerada revolução 60 anos atrás, destruiu a liberdade de seu próprio povo, executou milhares de pessoas, criou um sistema econômico de miséria e, não satisfeito, tentou exportar essa 'revolução' para a América Latina", escreveu Ernesto.

O chanceler ainda afirmou que a influência que o país caribenho possui entre países em desenvolvimento é uma vergonha e precisa ser rompida. "Seu papel de sementeira de ditaduras precisa acabar."

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