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Premiê britânico é pressionado por política sobre prisões após ataque em Londres

Usman Khan, vestindo um colete suicida falso e empunhando facas, provocou um tumulto em uma conferência

por Costas Pitas e Guy Faulconbridge/Reuters

01/12/2019 - 07h56

Toby Melville/Reuters/Reprodução

Premiê britânico, Boris Johnson, é pressionado por política sobre prisões

LONDRES (Reuters) - A oposição britânica criticou as políticas de sentenças de prisão do governo neste sábado, depois que a polícia disse que o agressor da London Bridge já havia sido condenado por crimes de terrorismo, mas libertado prematuramente da prisão.

Usman Khan, vestindo um colete suicida falso e empunhando facas, provocou um tumulto em uma conferência sobre reabilitação criminal ao lado de London Bridge na sexta-feira, matando duas pessoas, 13 dias antes das eleições britânicas.

O britânico de 28 anos, que foi derrubado ao chão por transeuntes e depois morto a tiros pela polícia, foi condenado em 2012 por participar de um plano inspirado pela Al Qaeda para explodir a Bolsa de Valores de Londres. Ele foi libertado em dezembro de 2018 sujeito a condições.

Jeremy Corbyn, líder do opositor Partido Trabalhista, criticou as políticas do governo.

"Tem que haver uma investigação muito completa", disse Corbyn, que busca superar o primeiro-ministro Boris Johnson nas eleições de 12 de dezembro, mas segue atrás nas pesquisas de opinião.

"Acredito que há também uma pergunta sobre o que o serviço de condicional estava fazendo... e se o conselho de liberdade condicional deveria estar envolvido na decisão sobre se ele deveria ou não ser libertado da prisão em primeiro lugar", afirmou.

Johnson disse anteriormente que o ataque na London Bridge era um ato terrorista e prometeu encerrar uma prática pela qual criminosos perigosos podem ser automaticamente libertados da prisão mais cedo.

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