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Internacional

Bombardeiros dos EUA pressionam Pequim

Pressão ocorre em meio à renovada tensão entre as duas maiores economias

por FolhaPress

21/05/2020 - 06h00

Washington - Os EUA anunciaram ter feito um exercício militar de 32 horas com quatro bombardeiros supersônicos B-1B sobre o mar do Sul da China, área que Pequim considera sua. A pressão norte-americana ocorre em meio à renovada tensão entre as duas maiores economias do mundo, em guerra comercial e tecnológica desde 2017.

Nesta semana, os países se digladiaram na Organização Mundial da Saúde(OMS). Washington acusa Pequim de ser responsável pelo espraiamento do surto do coronavírus de seu território para o resto do mundo, o que os chineses negam.

O uso dos B1-B, ocorrido nos dias 29 de abril e 1 de maio, é simbólico. Os aviões, assim como outros bombardeiros, haviam sido retirados da base americana em Guam (Pacífico), naquilo que foi visto como um estranho recuo tático por analistas. Os aparelhos, agora de volta à ilha com 200 aviadores, são a ponta de lança de qualquer ataque aéreo americano na região, e têm capacidade de empregar armas nucleares.

A operação foi um recado "demonstrando a credibilidade da Força Aérea americana para lidar com um ambiente de segurança diversificado e incerto", escreveu no Twitter o Comando Pacífico da Força Aérea.

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