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Internacional

Ômicron: OMS relata 'risco global alto'

Os sete países mais ricos do mundo se comprometem a garantir vacinas e apoiar pesquisas

30/11/2021 - 05h00

Genebra - A Organização Mundial da Saúde (OMS) disse nesta segunda-feira que a Ômicron apresenta "risco global alto", mas destaca haver incertezas sobre a ameaça real. A cepa motivou alerta diante do alto número de mutações, mas cientistas afirmam que ainda é preciso investigar se ela tem a capacidade de maior transmissão e de escapar da proteção da vacina.

Os ministros da Saúde do Grupo dos Sete (G7) se reuniram em encontro emergencial para tratar sobre a Ômicron, nova variante do coronavírus. "A comunidade global se depara, em uma primeira avaliação, com a ameaça de uma nova variante altamente transmissível da Covid-19, que requer ações urgentes", disseram, em comunicado.

As autoridades se comprometeram a continuar trabalhando junto com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outras instituições parceiras, para compartilhar informações e monitorar avanço do vírus. Os ministros devem fazer uma nova reunião em dezembro.

Em nota, reconheceram a "importância estratégica" de garantir acesso às vacinas contra Covid-19 e de levar adiante seus compromissos de doações, além de combater a desinformação sobre vacinas e apoiar pesquisa e desenvolvimento.

Pelo Twitter, o secretário de Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, que presidiu a reunião, disse ser "vital" que o G7 continue a colaborar com seus parceiros internacionais "para enfrentar esta nova variante e ameaças futuras".

Até o momento, casos da nova variante foram detectados em África do Sul, Reino Unido, Alemanha, Itália, Holanda, Dinamarca, Bélgica, Botsuana, Israel, Austrália e Hong Kong. A Áustria analisa um caso suspeito.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, fez um pronunciamento nesta segunda-feira (29) e afirmou que a descoberta "preocupa". Biden aproveitou a oportunidade para pedir insistentemente que a população norte-americana se vacine.

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