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Internacional

Putin pressiona presidente da Finlândia

A candidatura da Finlândia à Aliança do Tratado do Atlântico Norte deve se tornar oficial neste domingo (15)

por FolhaPress

14/05/2022 - 13h56

Reuters

Niinistö e Putin já tiveram vários encontros ao vivo, mas conversa de ontem foi por telefone e nada amistosa

Helsinque -O presidente da Finlândia, Sauli Niinistö, teve uma conversa telefônica "direta e sem rodeios" neste sábado (14) com o colega russo, Vladimir Putin, sobre a adesão de seu país à aliança militar ocidental Otan --o mais recente ponto de atrito entre governos ocidentais e Moscou.

No comunicado em que afirma que ligou para Putin, Niinistö diz que "correu tudo bem" e que "evitar tensões foi considerado algo importante".

Já o Kremlin foi mais direto no relato sobre o telefonema, afirmando que Putin disse a Niinistö que acabar com a neutralidade militar da Finlândia seria um "erro". "Vladimir Putin sublinhou que acabar com a política tradicional de neutralidade militar seria um erro, pois não há ameaça à segurança da Finlândia", afirma o comunicado.

A candidatura da Finlândia à Aliança do Tratado do Atlântico Norte, vista com desgosto por Moscou, deve se tornar oficial neste domingo (15) e é uma consequência direta da Guerra da Ucrânia. A Suécia já sinalizou que também pretende entrar para a aliança militar de 30 países nos próximos dias, e espera-se que oficialize a solicitação já na segunda-feira.

Porém, qualquer país que pretenda aderir à aliança precisa do apoio unânime de seus membros, e a Turquia, segundo maior Exército do grupo, pode vetar as novas adesões. Ancara criticou a invasão da Rússia à Ucrânia, mas também é uma aliada próxima de Putin e se opôs a sanções contra Moscou.

TURQUIA

Neste sábado, entretanto, o porta-voz de Erdogan disse que seu país não fechou a porta para a entrada da Suécia e da Finlândia na Otan.

"Não estamos fechando a porta. Mas estamos basicamente levantando essa questão como uma questão de segurança nacional para a Turquia", disse Ibrahim Kalin, que também é o principal conselheiro de política externa do presidente, à Reuters, em entrevista em Istambul.

Reunidos na Alemanha neste sábado, os ministros das sete nações mais ricas do planeta disseram que o grupo nunca reconhecerá "as fronteiras que a Rússia deseja impor à força" na Guerra da Ucrânia.

"Vamos manter nosso compromisso de apoiar a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, incluindo a Crimeia", afirmaram, em um comunicado.

Os sete países (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) também condenaram "as ameaças irresponsáveis do uso de armas químicas, biológicas ou nucleares" por parte do presidente russo Vladimir Putin.

Sete nações apoiam


Reunidos na Alemanha neste sábado, os ministros das sete nações mais ricas do planeta disseram que o grupo nunca reconhecerá "as fronteiras que a Rússia deseja impor à força" na Guerra da Ucrânia.

"Vamos manter nosso compromisso de apoiar a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, incluindo a Crimeia", afirmaram, em um comunicado.

Os sete países (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) também condenaram "as ameaças irresponsáveis do uso de armas químicas, biológicas ou nucleares" por parte do presidente russo Vladimir Putin.

Reunidos na Alemanha neste sábado, os ministros das sete nações mais ricas do planeta disseram que o grupo nunca reconhecerá "as fronteiras que a Rússia deseja impor à força" na Guerra da Ucrânia.

"Vamos manter nosso compromisso de apoiar a soberania e a integridade territorial da Ucrânia, incluindo a Crimeia", afirmaram, em um comunicado.

Os sete países (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) também condenaram "as ameaças irresponsáveis do uso de armas químicas, biológicas ou nucleares" por parte do presidente russo Vladimir Putin.

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