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Bolsonaro sobre vídeo: 'Não há indício de interferência na PF

por Estadão Conteúdo

23/05/2020 - 08h16

O presidente Jair Bolsonaro afirmou há pouco, em entrevista à rádio Jovem Pan, que as "fitas estão aí, cada um interprete como entender", ao comentar o conteúdo da reunião ministerial de 22 de abril, liberado nesta sexta-feira, 22, pelo ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF). "Qual o ponto na fita que interfiro na PF? Moro deve estar revoltado, não tem nada", afirmou.

Bolsonaro disse que sua posição era para que fosse divulgado trechos ligados ao inquérito. Ele afirmou que conhece os ministros e teve a liberdade de falar o que sente na reunião gravada.

Bolsonaro reafirmou que defendeu o armamento da população e que povo desarmado pode ser dobrado e não dar "grito de guerra". O presidente criticou o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro por não ter se exposto sobre a questão do armamento. "Lamentavelmente, o sr. Sérgio Moro não se expôs (sobre armas), não entrava em campo", disse.

O presidente Jair Bolsonaro publicou em sua página no Facebook um trecho de 21 minutos na reunião ministerial do dia 22 de abril. No trecho, constam as falas do presidente citadas pelo ex-ministro da Justiça Sérgio Moro e que apontariam a tentativa de interferência do Presidente da República na Polícia Federal. O ministro pediu demissão do cargo dois dias depois da reunião.

"Reunião Ministerial de 22 de abril. Mais uma farsa desmontada; Nenhum indício de interferência na Polícia Federal", diz o post de Bolsonaro, que encerra com o versículo 32 do Evangelho de João, da Bíblia cristã: "Conhecereis a verdade a verdade vos libertará".

Minutos depois da publicação no Facebook, Bolsonaro publicou outro slogan, agora em sua conta no Twitter: "Brasil acima de tudo!"

BrO presidente Jair Bolsonaro afirmou há pouco, em entrevista à rádio Jovem Pan, que as "fitas estão aí, cada um interprete como entender", ao comentar o conteúdo da reunião ministerial de 22 de abril, liberado nesta sexta-feira, 22, pelo ministro Celso de Mello, decano do Supremo Tribunal Federal (STF). "Qual o ponto na fita que interfiro na PF? Moro deve estar revoltado, não tem nada", afirmou.

Bolsonaro disse que sua posição era para que fosse divulgado trechos ligados ao inquérito. Ele afirmou que conhece os ministros e teve a liberdade de falar o que sente na reunião gravada.

Bolsonaro reafirmou que defendeu o armamento da população e que povo desarmado pode ser dobrado e não dar "grito de guerra". O presidente criticou o ex-ministro da Justiça e da Segurança Pública Sérgio Moro por não ter se exposto sobre a questão do armamento. "Lamentavelmente, o sr. Sérgio Moro não se expôs (sobre armas), não entrava em campo", disse.

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