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SP multará quem não usar máscara

Segundo Doria, infrator será multado em R$ 500 e estabelecimento em R$ 5 mil se for flagrada falta de proteção facial

por Estadão Conteúdo

30/06/2020 - 05h00

GOVSP/Fotos Públicas

Doria ao centro, entre Bruno Covas e secretário da Saúde, Germann, anuncia medida punitiva

São Paulo - O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), informou que o Estado passará a aplicar multas às pessoas que estiverem em locais públicos sem máscaras e aos estabelecimentos comerciais nos quais estes indivíduos se encontrarem. O objetivo é intensificar o uso de equipamentos de proteção contra o novo coronavírus.

De acordo com o governador, os estabelecimentos estão sujeitos a multa de R$ 5 mil por vez e por cidadão que estiver sem o equipamento de proteção. Ele também afirmou que pessoas que forem flagradas sem máscaras em ambientes públicos poderão ser multadas em R$ 500.

VALOR SOLIDÁRIO

"O objetivo não é punir, mas educar e alertar as pessoas", disse o governador durante entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes. Segundo Doria, o valor arrecadado será revertido para o programa Alimento Solidário, que distribui cestas básicas a famílias em estado de pobreza e extrema pobreza.

De acordo com o governador, o índice do uso de máscaras no Estado é de 93% e na capital de 97%.

VACINA

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou ainda que o governo estadual aguarda a liberação final da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que o Instituto Butantan possa iniciar os testes clínicos da Coronavac, uma vacina contra o novo coronavírus que está sendo desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac.

"Tenho certeza que a Anvisa fará (a liberação) esta semana", afirmou o governador em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes.

Segundo o governador, foram cadastrados 9 mil pacientes voluntários para esta fase.

Doria também disse que o Ministério da Saúde deu "um passo importante" para o desenvolvimento de outra vacina, em parceria com a Universidade de Oxford, no Reino Unido e o laboratório britânico AstraZeneca.

"Quanto mais vacinas testadas e aprovadas, melhor", disse Doria. "Nós não estamos em uma competição para ver quem faz a primeira vacina. Estamos em competição pela vida", concluiu o governador.

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