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Nacional

Inspiração

22/11/2020 - 05h00

Como o trabalho no tribunal da ONU não demanda dedicação exclusiva, Martha Schmidt segue como juíza na 3ª Vara do Trabalho de Juiz de Fora. Como magistrada, adota linha de defesa da resolução consensual de litígios. "Muitas vezes os conflitos têm origem não no que está ali perante o juiz, mas em alguma coisa que está subjacente. Eu percebi que se a gente tiver uma oportunidade de restabelecer o diálogo entre as partes, muitas vezes elas próprias chegam a uma solução que às vezes é melhor que o julgamento." No tribunal internacional, Martha tem mandato até 2023, sem possibilidade de renovação. Segundo a juíza, seu maior desejo é inspirar outros brasileiros. "Eu espero que a minha atuação lá sirva para abrir caminho. Claro que tem toda uma trajetória, uma carreira que embasa e dá legitimidade para a candidatura. Mas se o meu percurso puder servir de inspiração para outras candidaturas eu vou ficar bem feliz. Esse é o meu objetivo: abrir caminhos."

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