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Volta às aulas presenciais agora será obrigatória em todo o Estado de SP

A partir de segunda-feira o retorno será em esquema de rodízio e integral de 3 de novembro em diante, decide Doria

por Estadão Conteúdo

14/10/2021 - 05h00

Fotos: GovSP

Doria fez anúncio com secretários. Rossieli Soares lembrou: 97% dos professores estão vacinados

São Paulo - A volta às aulas presenciais será obrigatória a todos os alunos das redes pública e particular de ensino a partir desta segunda-feira (18) no Estado de São Paulo.

Com a decisão, anunciada oficialmente nesta quarta-feira (13) pelo governador João Doria (PSDB), em 3 de novembro o Estado deixará de exigir que as escolas garantam o distanciamento mínimo de um metro.

EXCEÇÕES

O governo estadual também apontou que alguns grupos de estudantes não precisarão regressar neste momento. Entre eles, estão: gestantes, puérperas, alunos com 12 anos ou mais com comorbidades e que não estão com o ciclo vacinal completo, menores de 12 anos de grupos de risco da Covid-19 e alunos com prescrição médica que indique a manutenção do ensino remoto.

"O avanço da vacinação no Estado de São Paulo e os indicadores de queda da Covid-19 tornam possível e viável a obrigatoriedade dos alunos na sala de aula a partir do dia 18 de outubro", declarou o governador.

BOLHAS

Na coletiva, o secretário estadual da Educação, Rossieli Soares, afirmou que as escolas não estão "voltando da mesma maneira". Ele também destacou que 97% dos profissionais da educação estão com o esquema vacinal completo.

Rossieli Soares destacou que a recomendação é que estudantes e profissionais da educação com sintomas da Covid-19 não deverão ir às escolas.

Além disso, o uso de máscara seguirá obrigatório, enquanto as instituições estão orientadas a manter os ambientes bem arejados.

Rossieli explicou que a rede estadual funcionará com a organização de alunos em "bolhas", a frequência em aulas presenciais será obrigatória em alguns dias por semana, enquanto as demais atividades seguirá à distância ao longo do mês. Outra medida prevista é o rodízio de horários de recreio e refeições na rede estadual.

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