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Ex-chefe da Anvisa sugere isolamento em vez de teste

Ele sugere a adoção do protocolo de isolamento social já no início dos primeiros sintomas gripais

por Estadão Conteúdo

14/01/2022 - 05h00

Agência Brasil

Posto de testagem no Maracanã, zona norte do Rio de Janeiro

Brasília - O surto de influenza combinado com a disseminação da variante ômicron fez o teste se tornar sinônimo de resiliência nas longas filas do serviço público, ou de custo adicional para aqueles que recorrem aos grandes laboratórios privados.

ISOLAR É MELHOR

Para o ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) Gonzalo Vecina Neto, a corrida aos postos de testagem não deve ser estimulada.

Ele sugere a adoção do protocolo de isolamento social já no início dos primeiros sintomas gripais.

Seria a forma de evitar a aglomeração nas unidades de saúde e o eventual contágio nesses locais. Com isso, o ciclo do vírus diminuiria.

CUSTOS

Somente entre os dias 3 e 8 deste mês foram realizados mais de 240 mil exames na rede particular, apesar dos preços elevados cobrados em algumas regiões. Na rede de Medicina Diagnóstica Fleury do Distrito Federal, o exame é realizado por R$ 380, com prazo de dois dias para entrega dos resultados. Na concorrente Sabin, é cobrado R$ 295, com o mesmo tempo de espera. Já a Biolab, cobra R$ 250, mas com resultado em até cinco dias. Os valores variam nos vinte e sete estados da federação.

Ao tentar agendar um teste para Covid-19 nos sites das redes de farmácia Drogasil e Drogaria, já é possível se deparar com a informação de que os exames foram suspensos temporariamente por causa do desabastecimento. As empresas relatam que será retomado nos próximos dias mediante reposição dos estoques.

Dados reunidos pela Abramed aumento de 98% dos testes de Covid-19 entre a semana do Natal e o início de janeiro. O aumento no número de exames coincide com o salto de 7,6% para 40% na média de positivos.

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