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Casarões de Ouro Preto: 'Uma perda para a humanidade'

Os centros históricos de ambos os municípios de MG são considerados patrimônio mundial desde os anos 1980

por Estadão Conteúdo

15/01/2022 - 05h00

Bruno Menezes/redes sociais

Destroços vistos depois que encosta do Morro da Forca deslizou sobre casarões históricos no centro de Ouro Preto

A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) divulgou uma nota nesta sexta-feira (14), em que lamenta a destruição dos casarões atingidos pelo desmoronamento em Ouro Preto e os danos causados pelas chuvas a imagens de Aleijadinho do acervo de uma das seis capelas do Santuário do Bom Jesus de Matozinhos, em Congonhas. No comunicado, a diretora e representante da entidade no Brasil, Marlova Noleto, destaca a necessidade de ações preventivas e coletivas para a proteção do "nosso patrimônio cultural comum, que tem valor excepcional para todo o mundo".

Os centros históricos (incluindo edificações e acervos) de ambos os municípios de Minas Gerais são considerados patrimônio mundial desde os anos 1980. "O desastre ocorrido em Ouro Preto, a primeira cidade brasileira inscrita na Lista do Patrimônio Mundial da Unesco, constitui uma perda para a humanidade", disse Noleto.

A Unesco afirmou que reportou ambas as situações ao Centro do Patrimônio Mundial, que monitora a situação dos locais reconhecidos como patrimônio mundial, e à área de Cultura e Emergências da organização.

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