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Presidente do Senado defende TSE e urnas eletrônicas

"Como tenho repetido em minhas falas nesta Casa e fora dela, eu tenho plena confiança no processo eleitoral brasileiro", afirmou Pacheco

por Agência Brasil

04/08/2022 - 05h00

Agência Brasil

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

Brasília - O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), voltou a manifestar sua confiança no sistema eleitoral brasileiro e nas urnas eletrônicas. Em seu discurso de abertura dos trabalhos na primeira sessão após o recesso legislativo, Pacheco dedicou grande parte da sua fala às eleições de outubro. Elogiou o atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, bem como seu sucessor, ministro Alexandre de Moraes, que estará à frente da Corte durante as eleições.

"Como tenho repetido em minhas falas nesta Casa e fora dela, eu tenho plena confiança no processo eleitoral brasileiro, na Justiça Eleitoral e nas urnas eletrônicas, por meio das quais temos apurado os votos desde 1996. Sei que essa posição é amplamente majoritária tanto no Senado quanto no Congresso Nacional", disse Pacheco.

O presidente do Senado citou que as urnas eletrônicas são "motivo de orgulho nacional" e afirmou sua confiança no trabalho do TSE.

"Gostaria de reconhecer o bom trabalho que vem sendo realizado na presidência do Tribunal Superior Eleitoral pelo ministro Edson Fachin, bem como expressar minha certeza de que tal trabalho exitoso terá continuidade na gestão do ministro Alexandre de Moraes".

Pacheco fez um apelo aos candidatos, demonstrando preocupação com um acirramento de ânimos: "reitero o apelo de pacificação e de contenção de ânimos, e dirijo-o especialmente aos agentes do Estado e aos candidatos nas eleições que se aproximam. O que faz uma nação é um conjunto de valores e ideias que nos unem. Voltemos, portanto, a discutir ideias".

Manifesto

Antes da sessão, Pacheco recebeu integrantes da "Coalizão em Defesa do Sistema Eleitoral", um grupo de mais de 50 entidades da sociedade civil, entre associações de advogados, de economistas e centrais sindicais. Esse grupo entregou uma carta repudiando os ataques do presidente da República ao TSE e às urnas eletrônicas e dando apoio ao sistema eleitoral. Na carta, a Coalizão pediu para que o Congresso reafirme seu compromisso com o processo eleitoral e reaja "à qualquer aventura golpista".

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