Bauru

Política

PSD: como saída ao desemprego, meta é empreendedorismo

Para Guilherme Campos, que tenta vaga a federal, e Patrícia Rossi, a estadual, são necessárias várias políticas públicas

por Guilherme Tavares

04/08/2022 - 05h00

Rafaela Montero

Guilherme Campos (PSD), candidato a deputado federal, e Patrícia Rossi (PSD), candidata a estadual, defendem bandeiras ligadas ao empreendedorismo

Militantes do empreendedorismo, Guilherme Campos e Patrícia Rossi, candidatos do PSD a deputado federal e estadual, respectivamente, acreditam no potencial das micro e pequenas empresas para a retomada econômica e redução do desemprego. Recentemente, ambos estiveram no Café com Política do JC discutindo propostas a serem defendidas durante o pleito, principalmente aquelas ligadas a políticas públicas do setor.

Para Patrícia, que já foi presidente da Associação Comercial e Industrial de Bauru (Acib) e vice-presidente regional da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), é preciso também avançar no debate do empreendedorismo feminino. "Quando a mulher é casada e tem filhos, enfrenta dificuldades muito grandes. Para muitas, chega um momento que tem optar em ser mãe ou crescer em seu negócio. Portanto, precisamos criar um ambiente favorável para mulher empreender cada vez mais", defende.

Já Campos, que foi deputado federal por dois mandatos, diretor do Sebrae e presidente dos Correios, credita ao micro e pequeno empreendedor a retomada na geração de postos de trabalho fechados por causa da pandemia. "É só ver quem deu oportunidade de emprego. Foram as micro e pequenas. A grande empresa é necessária, mas não consegue dar conta da demanda por emprego que dava no passado. É mais pela cadeia em que está ligada, que são as micro e pequenas. Por isso, é cada vez mais importante termos cuidado para elas estarem saudáveis, faturando, é uma necessidade".

EXPERIÊNCIA

A candidata também mira na manutenção e valorização de trabalhadores mais velhos, os quais costumam ser recusados pelo mercado de trabalho. "Precisamos de incentivos para esses grupo que está saindo e têm muita experiência. O mercado não quer absolver pessoas mais velhas. Antigamente, a turma dos 50, 60 anos de idade tinha problemas de saúde, era limitada, o que não acontece hoje. É uma categoria que deveria estar atuando como conselheiros e mentores de forma equilibrada como os mais jovens dentro das empresas", afirma a Patrícia Rossi.

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