Bauru e grande região

Saúde

Menos bebês vacinados

Pesquisa mostra que pais ainda têm dúvidas sobre eficácia das vacinas

por Evelin Azevedo

20/05/2018 - 07h00

Irineu Junior/Secop/Suzano
Vacinar é importante

Nos últimos anos, o Brasil tem registrado uma queda na cobertura vacinal de crianças com menos de 2 anos. De acordo com dados da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, vacinas como a BCG (que protege contra a tuberculose), que era dada em praticamente todos os recém-nascidos, só imunizou 91,44% dos bebês no ano passado.

"As coberturas vacinais são baixas porque não tem vacina em quantidade suficiente, há atrasos nas entregas, há desabastecimento, porque os postos de saúde não funcionam em horários que atendam à disponibilidade das famílias e existe o desconhecimento (em relação à importância da vacinação)", lista o pediatra Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

A pesquisa "Doenças infectocontagiosas nos 2 primeiros anos de vida", realizada pelo Ibope Conecta, a pedido da Pfizer, recolheu respostas de mil mães e pais de todo o País a respeito da saúde dos pequenos. Os resultados mostraram que, embora 94% dos pais classifiquem a vacinação como uma forma de proteção muito importante, 21% acreditam que a vacina pode causar a doença que deve prevenir e 27% que elas provocam, frequentemente, efeitos colaterais graves.

"Os dados da pesquisa indicam que ainda existe um amplo trabalho de conscientização a ser feito com esses pais e mães, já que vários mitos persistem nessas famílias. Por isso, disseminar informações confiáveis é imprescindível", afirma o diretor médico da Pfizer, Eurico Correia.

Adiantar ou atrasar doses afeta resultado

Nos últimos anos, o Brasil tem registrado uma queda na cobertura vacinal de crianças com menos de 2 anos. De acordo com dados da Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde, vacinas como a BCG (que protege contra a tuberculose), que era dada em praticamente todos os recém-nascidos, só imunizou 91,44% dos bebês no ano passado.

"As coberturas vacinais são baixas porque não tem vacina em quantidade suficiente, há atrasos nas entregas, há desabastecimento, porque os postos de saúde não funcionam em horários que atendam à disponibilidade das famílias e existe o desconhecimento (em relação à importância da vacinação)", lista o pediatra Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

A pesquisa "Doenças infectocontagiosas nos 2 primeiros anos de vida", realizada pelo Ibope Conecta, a pedido da Pfizer, recolheu respostas de mil mães e pais de todo o País a respeito da saúde dos pequenos. Os resultados mostraram que, embora 94% dos pais classifiquem a vacinação como uma forma de proteção muito importante, 21% acreditam que a vacina pode causar a doença que deve prevenir e 27% que elas provocam, frequentemente, efeitos colaterais graves.

"Os dados da pesquisa indicam que ainda existe um amplo trabalho de conscientização a ser feito com esses pais e mães, já que vários mitos persistem nessas famílias. Por isso, disseminar informações confiáveis é imprescindível", afirma o diretor médico da Pfizer, Eurico Correia.