Bauru e grande região

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Meu Brasil Brasileiro

por Azis Neme

06/09/2019 - 06h00

Neste sábado, 7 de Setembro, comemora-se o dia da Independência do Brasil, uma data marcada por festividades para registrar gratidão pelas pessoas que contribuíram para que o Brasil pudesse caminhar com os seus próprios pés. Do mesmo modo, o dia será sinalizado, em vários centros do país, por manifestações públicas exigindo dos governantes mais atenção para os gravíssimos problemas de nossa pátria, como na área de segurança, saúde, educação, questão ambiental, habitação, recessão e corrupção, que impedem a maior parte da população brasileira de ter acesso a uma melhor qualidade de vida.

Lembramos que há muitos séculos, a "Pátria do Cruzeiro" (nosso querido Brasil) estava prevista para se tornar o "Coração do Mundo" e "Pátria do Evangelho", conforme informações de nossos amigos espirituais Humberto de Campos e pela psicografia de Chico Xavier. Porém, as Trevas haviam se reunido com o objetivo de abortar todo planejamento dos engenheiros siderais, referente ao país escolhido pelo Altíssimo para abrigar aqueles que, realmente, haviam alcançado condições de habitarem um lugar que será exemplo para o mundo em todos os sentidos.

Assim, enquanto as nações do velho mundo procuravam o domínio do homem sobre o homem, causando guerras com a desculpa de que estavam defendendo seus territórios, os mensageiros do Senhor lutavam bravamente para tornar a terra de Santa Cruz um celeiro de almas, onde Deus seria a referência máxima do bem para o povo que habitaria o país descoberto pelo navegador e missionário Pedro Álvares Cabral.

Infelizmente, esse imenso país, considerado um continente, continua sendo espoliado por seus próprios filhos. "O povo unido jamais será vencido". Assim, tenho medo de que o povo vença, pois é o próprio povo que escolhe seus líderes, de forma democrática, os bandidos, os criminosos e os corruptos. E que não me digam que o fazem por ignorância, pois é livre para fazer suas escolhas e são elas que determinarão os resultados que colherão mais à frente.

Nós somos donos de nosso destino. Escolhemos e colhemos o resultado de nossas escolhas. Se cada um fizer o que lhe compete de forma racional, em breve tudo se modificará; poderemos usufruir do progresso com bem-estar e viver em paz.

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