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Sacrifícios em sociedade

por Paulo Hayashi Jr.

10/05/2022 - 05h00

Viver em grupo é muito mais do que conseguir tudo aquilo que se deseja, mas de se esforçar o máximo para fazer o melhor para si em conjunto para os outros. É de se aperfeiçoar com propósitos que vão além do simples ego e vaidade e que visam a expansão e a superação para todos.

Sacrifícios, na origem da palavra, representa tornar a vida sacra. De ajudar ao próximo com espontaneidade, de forma repetitiva e sem cara amarrada. De fazer com bom gosto e coração. São estes heróis anônimos que acabam ajudando a existência de muitos e que se prezam aos valores que o dinheiro não compra. Com pessoas assim, que realizam de maneira abnegada, e que retratam o amor fraterno e prestígio que melhora o mundo para todos.

De certo modo, o amor materno de fazer tudo pelos filhos demonstra o quão forte são os sacrifícios para o bem. Do orgulho, por exemplo, de uma mãe em se limitar para proporcionar a prole o que se pode oferecer de modo justo e honesto. Dentre os vários recursos pode-se colocar o ensinamento da moral e da espiritualidade como incentivos aos sacrifícios e exemplos para a humanidade. Há em ambos os gérmens futuros para que a roda do progresso continue a girar. A roda do progresso muda de forma favorável quando não se esquece nem do bem dos outros, tampouco do amor a Deus.

Fazer corretamente as ações e atos certos configura muito mais do que simples sorte ou acaso, mas a realização daqueles que souberam se preparar para a vida em si e para a sociedade.

O autor é doutor em administração pela UFRGS. Professor e pesquisador da Unicamp.

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