Bauru

Kleber Santos

Bem-vinda, corrida eleitoral!

27/09/2021 - 18h49

Estamos entrando na contagem regressiva dos doze meses que faltam para as próximas eleições, quando a população brasileira vai escolher o presidente da República, governador, senadores e deputados.

Se o político no qual você votou cumpriu o que prometeu, provavelmente terá sua confiança de novo. Se não honrou, certamente perdeu o seu apoio e, claro, o seu voto.

Pode ser também que você mesmo queira estar lá, em vez de dar mais um cheque em branco na próxima eleição.

Se o seu caso é esse, continue lendo, pois este espaço trata do marketing em todas as suas vertentes, entre elas o marketing político e a comunicação eleitoral, estando a dica de hoje incluída nesse universo.

É dessa ciência que saem as narrativas, as estratégias e as ferramentas que tornarão conhecidas suas boas intenções, suas ideias, sua capacidade, sua experiência, além de criar conexão entre seus objetivos e os desejos dos eleitores. Sem ela, a candidatura morre antes de nascer.

Um passo de cada vez

Pode ser que entrar na disputa já nessa próxima eleição ainda seja um desafio grande para você. Mas, em se tratando de projeto político, o tempo passa muito rápido, e logo novas oportunidades surgirão.

Mas qual é a hora certa para começar uma campanha?

A resposta é simples: Já, porque é nesse período de entressafra que você tem a chance de se tornar conhecido(a), mostrar quem você é, o que pensa, o que faz, sua honestidade, sua capacidade e outros atributos que se espera de um agente público. Desde que você não peça voto, projete você e suas ideias à vontade porque esse direito é seu, assegurado por lei.

O período de campanha estabelecido pela Justiça Eleitoral é muito curto, suficiente apenas para fazer colheita. O período de plantio é agora.

O volume de confiança que você conquista antecipadamente define, proporcionalmente, o volume de voto que você conquistará nas eleições.

Novos tempos

Uma das lições deixadas pelas duas últimas eleições é que os retardatários e improvisadores foram castigados pelas urnas. Já era tarde quando eles perceberam que há anos a roda girou e levou embora aquele tempo em que partido era sinônimo de voto, “santinho” fazia milagre e horário eleitoral na TV decidia eleição.

Ao contrário, hoje é preciso cumprir uma jornada. Vivemos uma nova dinâmica em que as pessoas estão espalhadas em múltiplas conexões em que criam suas tribos, trocam ideias, formam opiniões, julgam e decidem o que querem.

Cada vez mais, os eleitores estão chegando ao período eleitoral com o voto decidido.

Não dependa da sorte

Disputar eleição hoje à moda antiga e vencer é igual apostador da Mega-Sena que faz um único jogo e é premiado. Como se diz, sorte é sorte; no entanto, se eu fosse você, não arriscaria.

Se você curte marketing político, visite o site klebersantosconsultor.com.br. Lá tem mais dicas e artigos sobre o assunto.

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