Bauru e grande região

03/10/2019 - 03h53

REVOGADA

A licitação para a construção de 1.900 casas na região do Mary Dota foi revogada pela Prefeitura de Bauru. Duas empresas estavam concorrendo, a Pacaembu e a Bild. Com o cancelamento, começará tudo de novo. O ato está no Diário Oficial de Hoje. A prefeitura decidiu fazer uma parceria com o Estado, no programa Nossa Casa.

ANUNCIADO

Ontem, ocorreu a interdição da alça de acesso do viaduto João Simonetti que liga a rua 13 de Maio à avenida Nuno de Assis. O fato pegou muita gente de surpresa, mas nem todos. Em junho, a munícipe Tatiana Calmon postou nas redes sociais uma foto mostrando que cabia um pé no vão existente local. Ontem, ela repostou a imagem e questionou: “A Secretaria de Obras viu só agora?”.

TRAUMA

A interdição foi noticiada em primeira mão pelo JCNET e leitores plugados no Facebook rapidamente deixaram dezenas de comentários na fanpage. O mais curioso foi o primeiro deles: “A obra vai demorar 20 anos para ser liberada”, disse Richard Alves, comparando a situação ao episódio traumático do viaduto Falcão-Bela Vista, que levou 22 anos para ser entregue à população.

BALANÇA

Outra leitora, Karine Perazzollo, escreveu que há tempos sentia o viaduto balançar, alertando que uma tragédia poderia ter acontecido. Em entrevista ao JC, Gazzetta ressaltou que não há risco de desabamentos e que todos os viadutos da cidade têm sido monitorados por servidores.

ESGOTO

A entrega das máquinas da ETE, ontem, deu novo fôlego às obras, mas a cerimônia com a presença do primeiro escalão no local gerou críticas. Presidente da Comissão de Obras da Câmara, Mané Losila (PDT) elogiou a entrega, mas disse não entender o motivo da “comemoração”, já que a ETE, com previsão de término no fim de 2020, já era para ter sido entregue.

COHAB

Coronel Meira (PSB) enviará a Brasília pedidos de informações à Caixa sobre os termos do acordo de parcelamento da dívida da Cohab. Segundo o parlamentar, essas condições devem estar bem definidas, já que o presidente da companhia, Gasparini Jr., afirma que a assinatura pode acontecer ainda neste ano.

O DOBRO?

Meira quer ter certeza, por exemplo, se o desconto da taxa de impontualidade, cobrada pela União pelos atrasos no pagamento da dívida, será mesmo de R$ 468 milhões do valor total da dívida. Essa informação é imprescindível porque, a partir dela, será possível calcular quanto será destinado à Caixa, mensalmente. O temor é que a projeção de R$ 2 milhões mais do que dobre.

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