Bauru e grande região

30/11/2019 - 03h27

Popular

O vereador Markinho Souza (PP) pede ao prefeito Clodoaldo Gazzetta (PSD) que se avalie a possibilidade de criação de um restaurante do Programa Bom Prato no Núcleo Mary Dota. O parlamentar destaca que a região é uma das mais populosas do município e seria muito beneficiada.

Marquises

A situação da antiga Estação Ferroviária preocupa o vereador José Roberto Segalla (DEM). Ele solicita para a prefeitura uma avaliação da situação das marquises do imóvel, que fica no Centro, oferecendo risco a pedestres que passam em frente ao prédio todos os dias. O pedido é pela verificação da estabilidade das marquises para evitar acidentes.

Remédios

Nesta semana, o vereador Sandro Bussola (PDT) denunciou a precariedade do prédio que abriga o Departamento de Imunização da Secretaria de Saúde, onde ficam vacinas e medicamentos. Com goteiras, ar-condicionado quebrado, vazamentos, pisos danificados e paredes com mofo, o local está em estado precário. O secretário de Saúde, José Eduardo Fogolin, respondeu ao parlamentar que no ano que vem um novo prédio vai ser alugado.

Paliativo

Enquanto um novo prédio não é locado, a prefeitura afirma que a empresa Engitech, contratada para dar manutenção em espaços públicos, fará os reparos. A propósito, a vereadora Chiara Ranieri (DEM) pediu, através do Artigo 18 da Lei Orgânica, quantos serviços já foram realizados por esta empresa no município.

Veículos

Após denunciar problemas no Centro de Referência em Moléstias Infecciosas (CRMI), a vereadora Telma Gobbi (SD) pediu informações sobre os veículos adquiridos para uso do CRMI. O local sofre ainda com a falta de manutenção, segundo a parlamentar, enquanto a prefeitura informa que adotará providências.

Republicanos

O PRB/Republicanos terá reunião neste sábado (30), às 10h, na Câmara Municipal. O presidente Edu Avallone afirma que serão discutidos assuntos da legenda com os filiados. O partido conta com um parlamentar atualmente, o vereador Pastor Luiz Barbosa.

Banco

Ao contrário da prefeitura, DAE, Emdurb e Funprev, que conseguiram vender a operação da folha de pagamento e da conta movimento por R$ 55 milhões, em setembro, o processo da Câmara não atraiu interessados. Com isso, o Legislativo fechou contrato novamente com a Caixa, mas não receberá nenhum montante como outorga. Este acordo é válido por um ano para as contas movimento e da folha.

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