Bauru

11/06/2021 - 05h00

PAC 1

A vereadora Chiara Ranieri (DEM) e o vereador Coronel Meira (PSL) solicitam informações, por meio do Artigo 18, a respeito do Posto Avançado Covid-19 (PAC). Eles querem saber a relação dos pacientes que foram internados no PAC, os que tiveram alta, os pacientes que foram transferidos para o Hospital das Clínicas, Hospital Estadual ou outra unidade de saúde; e os que, infelizmente, vieram a falecer.

PAC 2

Chiara e Meira solicitam os dados acima desde a implantação do PAC até o dia 31 de maio de 2021. A relação dos pacientes deve ser discriminada com nome completo, sexo, idade, data de entrada na unidade, data de transferência, data de alta e, quando for o caso, data do falecimento. A prefeitura tem 15 dias para enviar as respostas.

MARATONA

O caso dos vigias terceirizados que prestam serviço para a Prefeitura de Bauru e que estavam com o pagamento de salários e direitos trabalhistas atrasados está se tornando uma série, digna de maratona cruel. Nos primeiros episódios, a empresa rompeu o contrato com a prefeitura por apresentar dificuldades financeiras.

ACORDO

Ainda na primeira temporada, os trabalhadores receberam parte do que tinham direito, por meio de um acordo feito entre prefeitura, empresa e sindicato da categoria, com aceite da Justiça, que autorizou repasse do dinheiro que a prefeitura pagaria a empresa, para o pagamento dos trabalhadores, via sindicato.

DESACORDO

Mas, em um episódio recente, prefeitura e sindicato fracassaram em acertar a outra parte dos direitos dos trabalhadores, referente à rescisão de contrato, uma vez que a Justiça não teve o mesmo entendimento e determinou que o pagamento fosse feito em juízo.

EMERGENCIAL

Em nova temporada, a prefeitura contratou emergencialmente uma outra empresa para assumir a prestação do serviço, enquanto prepara a licitação para a contratação definitiva. Os trabalhadores foram aproveitados de forma emergencial, mas eis que começa um novo episódio. Os trabalhadores continuam sem receber salários da nova empresa, que alega que o pagamento ainda não foi efetuado, pois aguardam o repasse feito pela prefeitura.

PROTAGONISTA

No elenco da história, o vereador Júnior Rodrigues (PSD) tem papel importante. "A responsabilidade pelo pagamento dos salários de funcionários é da empresa, independentemente do repasse da prefeitura, que só é realizado em data específica e estipulada em contrato", disse.

LICITAÇÃO RUIM

Mas o vereador também tem criticado as contratações da prefeitura. "O problema do processo licitatório é sempre o mesmo, a empresa que ganha a licitação é a que cobra mais barato, porém, a falta de capital e verba inicial gera atrasos e a empresa fica dependente inteiramente do repasse da prefeitura".

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