Bauru

25/11/2021 - 05h00

Mal-estar

Gerou mal-estar nos corredores da Câmara, segundo apurou a coluna, um referência errônea de duas comissões do Legislativo de Bauru, ocorrida durante a divulgação do Sinserm sobre a entrada da entidade nas discussões do Projeto de Lei da prefeita Suéllen Rosim (Patriota), que altera o pagamento das férias de servidores da prefeitura.

Reações

Isso porque a entidade divulgou que havia sido convidada pelo vereador Pastor Bira (Podemos) para tratar do assunto durante reunião da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), quando a reunião, na verdade seria, na Comissão de Economia, Finanças e Orçamento, da qual Bira é presidente. Coronel Meira (PSL), integrante da CCJ, e Mané Losila (MDB), que é presidente, estranharam.

Equívoco

Esclarecido o equívoco, o que mais transpareceu no episódio foi que um certo desconforto persiste nos corredores legislativo e reaparece sempre que vereadores se veem em choque ou mesmo em pequenos atritos entre eles. Na quarta, Pastor Bira fez postagem em suas redes sociais sobre a reunião, reforçando que além da Finanças também a CCJ participaria do debate público.

Representação

Pedro Valentim entrou com representação junto ao Ministério Público Estadual e o Federal para que se apure apontamentos de improbidade administrativa que constam no relatório final da CEI da Fundação e que teriam ocorrido durante 3 governos. O relatório, que já seria encaminhado pela própria CEI, foi juntado na petição.

Nos autos

Ao receber a representação, segundo Valentim, o promotor de Defesa da Cidadania de Bauru, Fernando Masseli Helene, considerou a apuração que já tramita na 8ª Promotoria de Justiça de Bauru sobre as formas como a Fundação de Saúde contratava os médicos que prestam serviço à prefeitura e indicou que a petição deve ser juntada aos autos.

Couro e correia

Uma carta distribuída pelo Fundo Social de Solidariedade (FSS), assinada pela mãe da prefeita Suéllen, Lúcia Rosim, pedindo para que os servidores municipais ajudem na campanha Natal para Todos, não caiu muito bem entre os funcionários públicos. Na carta, a presidente do FSS diz que os trabalhadores da prefeitura terão Natal, mas que muitos só terão se os servidores fizerem doações.

Sem Natal

Segundo soube a coluna, vários dos que receberam a carta se sentiram, justamente, entre os sem Natal, por estarem há dois anos sem reajuste de salários e com a expectativa de, a partir do ano que vem, terem seus ganhos reduzidos por conta dos aumentos nos descontos já determinados em lei. A campanha, lançada em 8 de novembro, vai até 20 de dezembro.

 

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