Bauru

27/11/2021 - 05h00

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A chuva farta desta sexta-feira (26), que serviu para encher reservatórios de água e aumentar o nível dos rios, mas também para causar estragos, fez a prefeita Suéllen Rosim (Patriota) fazer uma postagem em sua rede social. Certamente teve uma sensação de dubiedade, pois a água que enche o Rio Batalha enche também as avenidas, causando problemas para muita gente.

'...veio forte'

Em sua postagem, a prefeita afirma: "Sobre a chuva que tanto esperávamos, ela veio forte e provocou pontos de alagamento na cidade. Nossas equipes estão nas ruas verificando os pontos mais críticos, dando todo suporte e sinalizando os trechos danificados pela chuva".

Outro pedido

Foi protocolado na Câmara de Vereadores, ontem, o terceiro pedido de instalação de uma Comissão Processante contra a prefeita Suéllen Rosim, com base nas apurações feitas pela Comissão Processante de Inquérito que apurou as relações da Fersb com a prefeitura. Como nas outras ocasiões, o documento será lido, discutido e votado na abertura da sessão legislativa de segunda-feira (29), a partir das 13h.

Orlando fora

Outros dois pedidos já haviam sido protocolados e a discussão sobre a instalação chegou a ir a plenário, mas incorreções nos textos, como o pedido de cassação também do secretário de Saúde e vice-prefeito Orlando Dias, levaram ao arquivamento das propostas. Desta vez, Orlando Dias, que anunciou esta semana seu afastamento do governo a partir de 2022, ficou de fora do risco de ser levado a sair do governo, porque já está fora. Complicado? Nem tanto.

Parecer da CJLR

Também está na pauta da sessão da Câmara de segunda parecer de inconstitucionalidade ao Projeto de Lei que estabelece o dever de notificação dos motoristas cadastrados pelas Operadoras de Tecnologia de Transporte Credenciadas - OTTCs nos casos de descadastramento, suspensão ou exclusão. A autoria do projeto é do vereador Eduardo Borgo (PSL). E o parecer da Comissão de Justiça, Legislação e Redação (CJLR).

Previdência 

Outro projeto, que neste caso deve gerar discussão e está na pauta para primeira votação, é o PL 71/21, que institui o Regime de Previdência Complementar em Bauru, fixa o limite máximo para a concessão de aposentadorias e pensões pelo regime de previdência e autoriza a adesão ao plano de benefícios de previdência complementar, de autoria do Executivo. Nele, a prefeita defende a adesão. A defesa da prefeita foi feita através de uma lista constante do projeto com o que seriam vantagens do regime complementar.

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