Bauru

08/01/2022 - 05h00

Pressão

O Sindicato dos Servidores Municipais de Bauru (Sinserm) protocolou ontem, na Câmara, solicitação de uma reunião pública para discutir as formas de pagamento do abono referente ao Fundeb. E também, com um grupo de profissionais da Educação, fez uma manifestação em frente à prefeitura para pressionar que a prefeita Suéllen Rosim (Patriota) ouça a categoria antes de decidir como será feito o rateio. O barulho tem dado certo até agora.

Megafone

Para se fazerem ouvir, os profissionais e representantes da categoria têm sido ativos e talvez apenas por isso conseguiram - tendo vereadores como meio - garantir o pagamento do abono, o que inicialmente fora descartado pela prefeitura. Houve gritaria e a prefeitura mudou a posição de pagar apenas professores. Novo alarido e foi garantido pagamento a todos os profissionais.

Mérito

Segundo o Sinserm, em reunião com vereadores a administração municipal apresentou sete opções de rateio. Mas o sindicato quer que os próprios profissionais opinem sobre o pagamento, como forma de dar merecimento à dedicação deles. "São eles que trabalham, dia a dia, para construir a rede municipal de ensino, são eles que conhecem os desafios e as mazelas da Educação", defendeu a entidade.

Falha

Por falar em mérito, da conversa entre o ex-vereador Raul Gonçalves, segundo colocado nas eleições de 2020, e o vereador Eduardo Borgo, ontem de manhã, no Cidade 360º, uma coisa que se pode afirmar é que a defesa feita pelo médico para que a Fersb continue à frente da gestão das UPAs é uma visão a mais no debate quando ele condiciona que a prefeitura, de fato, fiscalize as ações da organização, mas a mantenha.

Abriu mão

Já Borgo diz que pensar na possibilidade de retorno da Fersb acende um sinal de alerta, por tudo que foi apurado em duas CEIs. Correto do ponto de vista de quem olha o pior desta história. E quando se olha todo o contexto, se vê que a grande interessada nos serviços prestados e na correta aplicação dos recursos - a prefeitura municipal - foi omissa em fiscalizar, dando margem para que os erros fossem cometidos. É uma boa discussão. Leia mais na página 3.

Inacreditável

A prefeitura de Bauru publicou na edição de quinta-feira (6) do Diário Oficial uma lista com 392 nomes de pessoas que têm direito a receber os cartões alimentação, mas que ainda não o fizeram, correndo o risco de perder o direito, caso não retirem até a próxima sexta (14). O inacreditável é a informação, extra-oficial, de que a prefeitura não teria o contato destas famílias para fazer a entrega ou, ao menos, uma ligação telefônica para avisar.

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