Bauru

05/05/2022 - 05h00

Rio Batalha

Na reunião da Comissão de Meio Ambiente da Câmara desta quarta (4), o presidente do DAE, Marcos Saraiva, expôs as ações implementadas desde 2021 para evitar o desabastecimento de água, mas a cobrança mais forte dos vereadores foi quanto ao desassoreamento do Rio Batalha e da lagoa de captação, prometida por ele para começar em janeiro, assunto que pautou a reunião.

Com cautela

O presidente da Comissão, Eduardo Borgo (Brasil 35), e outros vereadores questionaram a demora na realização da limpeza. Saraiva explicou que segue um estudo feito pela USP/São Carlos que apontou que o trabalho deve ser gradual, e recomendou outras ações, como a revitalização dos córregos que contribuem com o rio, recuperação da mata ciliar, cercamento e proteção das margens.

Cobrança

Para Borgo, desde a última reunião da Comissão, da qual Saraiva participou, não houve mudanças na situação. "O que ficou claro é que na reunião de dezembro de 2021 o presidente disse que na segunda quinzena de janeiro iria fazer o desassoreamento da lagoa e com 60 dias teria terminado, e o que nós vimos é que até agora não foi feito nada disso", lamentou.

Espatódea

Nesta quinta (5), às 14h, uma audiência pública na Câmara vai discutir o Projeto de Lei que proíbe a produção e plantio de árvores da espécie Spathodea campanulata, conhecida popularmente como Espatódea, Bisnagueira, ou Chama-da-floresta, e determina a supressão e substituição das árvores existentes em Bauru. A iniciativa é do vereador Pastor Bira (Podemos) e do Instituto Fruto Urbano de Bauru.

Favoráveis

O ex-prefeito Clodoaldo Gazzetta questionou o posicionamento dos vereadores Coronel Meira e Chiara Ranieri (ambos do União Brasil) e Mané Losila (MDB) sobre a decisão do TJ que reformou a decisão de primeira instância e determinou que a prefeitura pague indenização ao Instituto Branemark. Os vereadores foram favoráveis à decisão e elogiaram o trabalho realizado pela entidade em Bauru.

"Só cumpri..."

Segundo Gazzetta, quem questionou o número de atendimentos do Instituto Branemark foi o Ministério Público Estadual através da Ação Civil Pública instaurada em 2017 na vara da Fazenda Pública em Bauru. "Nesta ação, o MP alega que o referido instituto não havia cumprido o número de atendimentos que a Lei Municipal estipulava! Em primeira instância, a Justiça condenou o Branemark e a prefeitura apenas cumpriu decisão judicial proferida em primeira instância", afirmou.

 

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