Bauru e grande região

Tribuna do Leitor

PA da Unimed Bauru

por Cesar Augusto Teixeira de Carvalho - Prof. Dr. aposentado do Dep. de Engenharia Civil Faculdade de Engenharia da Unesp - Bauru

06/10/2019 - 06h00

Neste ano, virei um cliente assíduo do Pronto Atendimento (PA) da Unimed, Bauru SP, utilizando-o em algumas situações emergenciais. Na última vez, foi quando tive um repentino inchaço no pé direito que em outra ocasião curei facilmente com Biofenac, mas, desta vez, não teve jeito. O inchaço e a dor só aumentavam, e fiquei até com muita dificuldade de andar.

E vamos lá, eu e minha mulher, visitar o PA da Unimed: ela me deixou na entrada e foi estacionar o carro; imediatamente veio alguém da "recepção" com uma cadeira de rodas me socorrer, pois já percebeu minha dificuldade ao andar. E a mesma pessoa que me socorreu teve também a iniciativa e gentileza de fazer o registro de minha visita, e fui prontamente atendido.

Já na antessala do médico ortopedista, seu assistente desconfiado de uma forte torção, me encaminhou ao Raio-X para tirar radiografia do local. De posse do resultado, o ortopedista constatou que problema não era "ósseo", e em seguida fui encaminhado ao clinico para verificar outras possibilidades. Fiz exame de sangue e ultrassom, e, enquanto aguardava os resultados, fiquei tomando soro para aliviar a dor. Com os resultados dos exames, o médico clínico concluiu que eu estava com uma forte infecção causada por bactérias. Receitou os medicamentos básicos que a situação exigia, recomendando-me consultar um médico vascular para verificar outras possibilidades. Fui pra casa e a noite já estava bem melhor, diminuindo a dor e o inchaço, possibilitando até andar com maior facilidade. Que alívio!

No PA, tudo durou cerca de 4 horas, um tempo bom para o que foi feito: vários exames e seus resultados; aliviaram a dor e encaminharam uma solução; sendo um sucesso de atendimento para uma situação emergencial. Fiquei impressionado com a eficácia do sistema, a sincronia entre um encaminhamento e outro, a simpatia e presteza de todas as pessoas envolvidas: médicos, técnicos, assistentes e recepcionistas.

E na saída também estava lá o mesmo "recepcionista" que me recebeu, esperando com a cadeira de rodas para me levar de volta ao carro. Isto mostra que o Brasil tem jeito, basta querermos!

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