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Tribuna do Leitor

Feminismo tóxico e o ódio ao masculino

por Márcio M. Carvalho

15/09/2020 - 05h00

Com todo o respeito que deve existir entre seres humanos e mais como leitores e participantes desta coluna do JC, gostaria de propor uma reengenharia do texto publicado neste domingo (13/9) pelo sr. João Pedro Costa, invertendo a posição de feminismo e masculino, como fiz no título acima em relação ao título original.

Por décadas e por convenção sem sentido, foi ensinado que homem não devia chorar e feita uma confusão entre masculinidade e machismo.

No entanto, logo a seguir o sr. João Pedro não tem o mesmo tratamento de crítica ao falar do feminismo das tias. Seria para um menino menos tóxico?

A discriminação é uma rua de duas mãos, se existe, como narrou o sr. João Pedro, masculiníssimo tóxico ou machismo em exigir da criança do sexo masculino aja como uma convenção já ultrapassada, tem como contrapartida a influência de feminismo tóxico, ensinando a um menino a brincar com bonecas preparando-o para maternidade e não para ser o provedor de seu lar. Pela sua narrativa, o que ocorreu em seu caso não foi excesso de masculinidade tóxica, mas falta, isto sim, de uma masculinidade sadia e excesso de feminismo tóxico.

Outra informação que discordo é a de que "a mídia bombardeia o universo heterossexual", no qual me incluo. "Com propaganda de músculos, carros, bebidas e cigarros, com simbologia fálica", já que cigarros praticamente não têm mais propaganda e poucas de bebida ainda existem e não me lembro de ter visto nenhuma com simbologia fálica, então, acredito que o sr. João Pedro navega em outros universos.

Outra inverdade é que a Natura, que utilizou nos dias dos país visando chamar a atenção propaganda com a transsexual Thammy Miranda "teve um aumento exponencial em suas ações". Na verdade, as ações da Natura no trimestre tiveram alta de 6,7% devido à boa governança e lucratividade e muitas outras empresas do setor também tiveram índices parecidos.

 

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